quarta-feira, 28 de março de 2012

Estudo comprova. Esta Estatisticamente Provado –-> 100% Levianos e Hostis


Don Harvey, pesquisador acadêmico de uma universidade dos EUA, gera polêmica ao alegar publicamente que a maioria das mulheres que diz que já deu no primeiro encontro, e se diz arrependida, dará no primeiro encontro novamente com uma probabilidade de aproximados 81%. Ou seja, as que se dizem arrependidas por tal feito, no fundo, ou se enganam, ou estão tentando enganar os outros (essa última conclusão foi eu mesmo que tive).
Harvey, que é matemático, comprova estatisticamente sua pesquisa através de estudo que levaram 3 anos pra se comcluir, e incluiu 508 mulheres americanas. Durante esse período, ele mesmo diz ter “pegado” 28 pesquisadas na mentira (nos EUA o primeiro encontro é algo meio que oficial, e não quer dizer que o casal esta se conhecendo naquele dia, mas sim, oficialmente saindo pra ver no que da naquele dia).

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Em Pequin, uma chinesa de nome engraçado, Kareca Yomi, recém-doutorada em ciências atuariais, apresentou um artigo que afirmava que a combinação de álcool e ressaca ao longo da vida das pessoas podia garantir cerca de 8 a 11 anos a mais na expectativa de vida comparadas àquelas que só bebem e não têm ressaca. Apenas álcool diminui a expectativa, explica Yomi, mas aqueles que têm ressaca no dia seguinte, e sofrem com isso, acabam recebendo a recompensa no final de suas vidas. O efeito se dá porque o organismo que sente ressaca se fortalece da bebedeira lutando contra os males provocados pelo álcool, enquanto aquele que não sente, simplesmente se adapta, deixando o organismo mais acessível aos efeitos do álcool, gerando doenças colaterais crônicas, como câncer no fígado e no pâncreas.
Repare que Yomi é uma cientista atuarial, e sua pesquisa pode influenciar diretamente os métodos de utilizados para calcular seguros de vida. A partir de um universo 1048 “velhinhos e velinhas cachaceiros” pesquisados, entre eles, amigos e familiares, a doutora montou sua tese sem nenhuma base médica ou cientificamente comprovada, no entanto seus números são irrefutáveis, e garantiram seu diploma. Aproximadamente 96% daqueles que reclamam de dor após longas bebedeiras, simplesmente não possuíam nenhum tipo de doenças crônicas ou eram dependentes de medicamentos pesados, já os “velhinos doidões” que a vida inteira se deram bem, e não tinham nenhuma ou tinham pouca ressaca, agora, velhos, apresentam os quadros mais graves.

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E ainda existem outras pesquisas que comprovam outras coisa. Que cerveja e café juntos faz bem, que ovo faz mal, que ovo faz bem, que o mundo será bissexual em 2050, que pessoas que cantam pra passarinhos nas ruas têm 46,8% mais chances de serem atropelados. E tem as pesquisas que associam, por exemplo, li numa revista:se você gosta ou tem um ou mais cachorros , gosta de pizza de mussarela, é filho caçula e já repetiu de ano, a probabilidade de você se casar com uma mulher mais jovem é de impressionantes 86%! E no caso das mulheres, essa margem sobre pra 89%, só que essas se casam com homens mais velhos. Mais que bruxaria é essa? Vai entender...

Só posso dizer que banalizou. Qualquer estudo comprova qualquer coisa hoje em dia, e a estatística, tão exata, tão completa, prova por a+b. Queria ver comprovar quantos estudiosos não estão só passando o tempo e acoxambrando seus empregos procurando dados inimagináveis para poder comprovar alguma coisa. Essa pesquisa aí eu queria ver.

2 comentários:

  1. Bela constatação sobre as pesquisas inúteis que assolam o mundo...

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  2. Foi comprovado estatisticamente que 87,3% das pesquisas estatíticas são inúteis. Não soube?

    Quanto a 1a pesquisa, o problema é que as mulheres mentem e os homens fingem que acreditam. Sempre isso...

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