Don Harvey, pesquisador acadêmico de uma universidade dos
EUA, gera polêmica ao alegar publicamente que a maioria das mulheres que diz
que já deu no primeiro encontro, e se diz arrependida, dará no primeiro
encontro novamente com uma probabilidade de aproximados 81%. Ou seja, as que se
dizem arrependidas por tal feito, no fundo, ou se enganam, ou estão tentando
enganar os outros (essa última conclusão foi eu mesmo que tive).
Harvey, que é matemático, comprova estatisticamente sua
pesquisa através de estudo que levaram 3 anos pra se comcluir, e incluiu 508
mulheres americanas. Durante esse período, ele mesmo diz ter “pegado” 28
pesquisadas na mentira (nos EUA o primeiro encontro é algo meio que oficial, e
não quer dizer que o casal esta se conhecendo naquele dia, mas sim, oficialmente
saindo pra ver no que da naquele dia).
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Em Pequin, uma chinesa de nome engraçado, Kareca Yomi, recém-doutorada
em ciências atuariais, apresentou um artigo que afirmava que a combinação de álcool
e ressaca ao longo da vida das pessoas podia garantir cerca de 8 a 11 anos a
mais na expectativa de vida comparadas àquelas que só bebem e não têm ressaca.
Apenas álcool diminui a expectativa, explica Yomi, mas aqueles que têm ressaca
no dia seguinte, e sofrem com isso, acabam recebendo a recompensa no final de
suas vidas. O efeito se dá porque o organismo que sente ressaca se fortalece da
bebedeira lutando contra os males provocados pelo álcool, enquanto aquele que
não sente, simplesmente se adapta, deixando o organismo mais acessível aos
efeitos do álcool, gerando doenças colaterais crônicas, como câncer no fígado e
no pâncreas.
Repare que Yomi é uma cientista atuarial, e sua pesquisa
pode influenciar diretamente os métodos de utilizados para calcular seguros de
vida. A partir de um universo 1048 “velhinhos e velinhas cachaceiros” pesquisados,
entre eles, amigos e familiares, a doutora montou sua tese sem nenhuma base
médica ou cientificamente comprovada, no entanto seus números são irrefutáveis,
e garantiram seu diploma. Aproximadamente 96% daqueles que reclamam de dor após
longas bebedeiras, simplesmente não possuíam nenhum tipo de doenças crônicas ou
eram dependentes de medicamentos pesados, já os “velhinos doidões” que a vida
inteira se deram bem, e não tinham nenhuma ou tinham pouca ressaca, agora,
velhos, apresentam os quadros mais graves.
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E ainda existem outras pesquisas que comprovam outras coisa. Que cerveja e
café juntos faz bem, que ovo faz mal, que ovo faz bem, que o mundo será bissexual em
2050, que pessoas que cantam pra passarinhos nas ruas têm 46,8% mais chances de
serem atropelados. E tem as pesquisas que associam, por exemplo, li numa
revista:se você gosta ou tem um ou mais cachorros , gosta de pizza de mussarela,
é filho caçula e já repetiu de ano, a probabilidade de você se casar com uma
mulher mais jovem é de impressionantes 86%! E no caso das mulheres, essa margem
sobre pra 89%, só que essas se casam com homens mais velhos. Mais que bruxaria
é essa? Vai entender...
Só posso dizer que banalizou. Qualquer estudo comprova qualquer
coisa hoje em dia, e a estatística, tão exata, tão completa, prova por a+b.
Queria ver comprovar quantos estudiosos não estão só passando o tempo e acoxambrando
seus empregos procurando dados inimagináveis para poder comprovar alguma coisa.
Essa pesquisa aí eu queria ver.
Bela constatação sobre as pesquisas inúteis que assolam o mundo...
ResponderExcluirFoi comprovado estatisticamente que 87,3% das pesquisas estatíticas são inúteis. Não soube?
ResponderExcluirQuanto a 1a pesquisa, o problema é que as mulheres mentem e os homens fingem que acreditam. Sempre isso...