Como já disseram por aí, "o aforismo jamais coincide com a verdade; ou é uma meia verdade ou uma verdade e meia". Gostava bastante do Millôr Fernandes, que acaba de partir. E gosto muito de aforismos, uma de suas muitas especialidades. Então vai aí uma pequena homenagem póstuma, com algumas frases dele que selecionei para desfrute. Enjoy:
========================
De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência.
O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris.
Se uma imagem vale mais do que mil palavras, então diga isto com uma imagem.
Trabalho não mata. Mas vagabundagem nem cansa.
Todo homem nasce original e morre plágio.
O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde.
Quando o homem sabe que certa mulher já cedeu a alguém, ele não resiste em verificar se a história se repete.
Eu não quero viver num mundo em que não possa fazer uma piada de mau gosto.
Gastronomia é comer olhando pro céu.
Um homem que come carne por instinto é tão vegetariano quanto um homem que come vegetais por princípio. Afinal de contas, a carne é transubstanciação do capim que o animal comeu.
A diferença fundamental entre Direita e Esquerda é que a Direita acredita cegamente em tudo que lhe ensinaram, e a Esquerda acredita cegamente em tudo que ensina.
Tenho horror do governo dirigir todos os meus atos. Essa lei de tolerância zero para o álcool no trânsito, por exemplo: tolerância zero é intolerância cem. Mas o anarquismo político é impossível, porque o primeiro espertalhão vai sempre tomar o poder.
Por mais violento que seja o argumento contrário, por mais bem formulado, eu tenho sempre uma resposta que fecha a boca de qualquer um: vocês têm toda a razão.
Em ciência, leia sempre os livros mais novos. Em literatura, os mais velhos.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Estudo comprova. Esta Estatisticamente Provado –-> 100% Levianos e Hostis
Don Harvey, pesquisador acadêmico de uma universidade dos
EUA, gera polêmica ao alegar publicamente que a maioria das mulheres que diz
que já deu no primeiro encontro, e se diz arrependida, dará no primeiro
encontro novamente com uma probabilidade de aproximados 81%. Ou seja, as que se
dizem arrependidas por tal feito, no fundo, ou se enganam, ou estão tentando
enganar os outros (essa última conclusão foi eu mesmo que tive).
Harvey, que é matemático, comprova estatisticamente sua
pesquisa através de estudo que levaram 3 anos pra se comcluir, e incluiu 508
mulheres americanas. Durante esse período, ele mesmo diz ter “pegado” 28
pesquisadas na mentira (nos EUA o primeiro encontro é algo meio que oficial, e
não quer dizer que o casal esta se conhecendo naquele dia, mas sim, oficialmente
saindo pra ver no que da naquele dia).
.
Em Pequin, uma chinesa de nome engraçado, Kareca Yomi, recém-doutorada
em ciências atuariais, apresentou um artigo que afirmava que a combinação de álcool
e ressaca ao longo da vida das pessoas podia garantir cerca de 8 a 11 anos a
mais na expectativa de vida comparadas àquelas que só bebem e não têm ressaca.
Apenas álcool diminui a expectativa, explica Yomi, mas aqueles que têm ressaca
no dia seguinte, e sofrem com isso, acabam recebendo a recompensa no final de
suas vidas. O efeito se dá porque o organismo que sente ressaca se fortalece da
bebedeira lutando contra os males provocados pelo álcool, enquanto aquele que
não sente, simplesmente se adapta, deixando o organismo mais acessível aos
efeitos do álcool, gerando doenças colaterais crônicas, como câncer no fígado e
no pâncreas.
Repare que Yomi é uma cientista atuarial, e sua pesquisa
pode influenciar diretamente os métodos de utilizados para calcular seguros de
vida. A partir de um universo 1048 “velhinhos e velinhas cachaceiros” pesquisados,
entre eles, amigos e familiares, a doutora montou sua tese sem nenhuma base
médica ou cientificamente comprovada, no entanto seus números são irrefutáveis,
e garantiram seu diploma. Aproximadamente 96% daqueles que reclamam de dor após
longas bebedeiras, simplesmente não possuíam nenhum tipo de doenças crônicas ou
eram dependentes de medicamentos pesados, já os “velhinos doidões” que a vida
inteira se deram bem, e não tinham nenhuma ou tinham pouca ressaca, agora,
velhos, apresentam os quadros mais graves.
.
E ainda existem outras pesquisas que comprovam outras coisa. Que cerveja e
café juntos faz bem, que ovo faz mal, que ovo faz bem, que o mundo será bissexual em
2050, que pessoas que cantam pra passarinhos nas ruas têm 46,8% mais chances de
serem atropelados. E tem as pesquisas que associam, por exemplo, li numa
revista:se você gosta ou tem um ou mais cachorros , gosta de pizza de mussarela,
é filho caçula e já repetiu de ano, a probabilidade de você se casar com uma
mulher mais jovem é de impressionantes 86%! E no caso das mulheres, essa margem
sobre pra 89%, só que essas se casam com homens mais velhos. Mais que bruxaria
é essa? Vai entender...
Só posso dizer que banalizou. Qualquer estudo comprova qualquer
coisa hoje em dia, e a estatística, tão exata, tão completa, prova por a+b.
Queria ver comprovar quantos estudiosos não estão só passando o tempo e acoxambrando
seus empregos procurando dados inimagináveis para poder comprovar alguma coisa.
Essa pesquisa aí eu queria ver.
domingo, 25 de março de 2012
Que merda!
Algumas questões são naturais, portanto, não adianta querer
evitar: você tem que comer, tem que cagar, tem que beber, tem que mijar, tem
que dormir e tem que sentir tesão. São condições por sermos animais.
Porém, não somos simples animais, somos capes de
memorizar, pensar rápido e de premeditar ações, e isso é único! Mesmo assim,
mesmo com essa vantagem competitiva, não podemos ousar esquecer nosso lado
animal, que vai além, a parte animal do ser humano é muito mais forte que a parte
genial, e por mais que nos esforcemos, nunca vamos deixar de cagar, mijar,
dormir e foder! É uma condição, não uma opção! Já a parte da genialidade e inteligência...se
vê muita gente dispensando por aí, e como se vê.
No dia a dia, vejo as pessoas sentirem vergonha de cagar,
pedindo licença pra mijar, simplesmente dormindo menos e evitando tocar no
assunto sexo.
Mas porque seria? Porque tentamos negar o que viemos fazendo
desde os tempos de Adão?
É mais fácil ver gente falando que sacaneou outra pessoa
do que falar que esta com vontade de cagar, e precisa ir ali aliviar. Tem gente que não leva desaforo pra casa, mas passa um aperto imenso pra aceitar que precisa cagar na casa de uma pessoa estranha...por mais
estranho que pareça hoje em dia, acho que seria mais normal se fosse o contrário, mais natural.
Em que momento passamos a não querer não ter mais vontade de
cagar, reprimindo nossa natureza?
Virou hábito dormir pouco, cagar rápido!
Os banheiros estão
menores, melhor decorados, os papéis mais perfumados, coisas refinadas e no
fundo superficiais.
Queria poder mudar essa cultura, queria poder cagar em paz.
quarta-feira, 21 de março de 2012
O Entediado
Após uma grave contusão no tornozelo, Comodoro deve passar 60 dias de recuperação em casa. Este é o registro de seu tédio durante esse período. Confira o vídeo abaixo e aproveite a música!
segunda-feira, 19 de março de 2012
t.u.q. II
Pratique você também. É divertido e refrescante.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Aí,
malandro,
foi tu que pegou minha mochila
entocou uma chinchila
matou minha tequila
atualizou meu Mozzila
enfrentou o godzila
peidou pro Maguila
cheirou clorofila
inaugurou uma cantina
ficou parado na esquina
e chupou a virilha de uma argentina numa ilha na China que vendia chá de camomila,
maláándro?
===========================
Aí,
se é que tu tem álibi...
foi tu que esqueceu o fatality
lançou um babality
assistiu ao reality
gritou “cale-se, cale-se”
tomou um porre de cálice
viajou pra península árabe
visitou o teu primo que é dalit
ganhou um copo de mate
tomou a metade
ficou à vontade
e quando ninguém quis te acompanhar a um show do Celebrare
achou que era o fim do mundo e rogou uma praga no Paul McCartney?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Aí,
malandro,
foi tu que pegou minha mochila
entocou uma chinchila
matou minha tequila
atualizou meu Mozzila
enfrentou o godzila
peidou pro Maguila
cheirou clorofila
inaugurou uma cantina
ficou parado na esquina
e chupou a virilha de uma argentina numa ilha na China que vendia chá de camomila,
maláándro?
===========================
Aí,
se é que tu tem álibi...
foi tu que esqueceu o fatality
lançou um babality
assistiu ao reality
gritou “cale-se, cale-se”
tomou um porre de cálice
viajou pra península árabe
visitou o teu primo que é dalit
ganhou um copo de mate
tomou a metade
ficou à vontade
e quando ninguém quis te acompanhar a um show do Celebrare
achou que era o fim do mundo e rogou uma praga no Paul McCartney?
segunda-feira, 12 de março de 2012
t.u.q. (tag unecessary questions)
Aí,
foi tu que comeu um brioche
com o Alan Prost
tomou um shot
matou a Orloff
encheu o pote
pegou teu Porsche
ligou pra Björk
foi pra Nova Iorque
vestiu um broche
torceu pro Sport
e teve lordose?
=======================
Aí,
foi tu que foi num chinês em Chicago
pediu um shimeji e um shitake
comeu na xícara
vestiu o chinelo
tocou xilofone pra Cheetara
e xingou o Chimbinha de X-9?
============================
Aí,
foi tu que caiu da caçamba
naquele desfile de escola de samba
no norte do Sri Lanka
foi no show do Pe Lanza
bolinou um urso panda
ligou pra pequena Cassandra
falou que ela não era uma santa
chamou seu irmão de pilantra
sua irmã de baranga
sua mãe de malandra
seu tio-avô de sacripanta
imitou uma salamandra
lançou uma contradança
se disse o mestre do tantra
rasgou o crochê da sua tanga
soltou de uma vez a franga, gritou “jogue-me suas tranças”
e dançou o Conga La Conga só de vingança nas ruas de Ruanda nas bodas de chongas da Samanta?
==================================================
Que mal lhe perguntem:
foi tu que tatuou um totem
quando esteve na Holanda e encontrou o Robben
comeu couve-flor e cheirou o pólen
anunciou o fim do mundo por mais que todos roguem
previu o vice-campeonato por mais que todos joguem
ficou nu no desfile da Osklen
apontou para os narizes que no frio escorrem
e quando entrou com a camisa errada no meio da Torcida Jovem
lembrou da sua infância em Copenhagen e disse Houston, we have a problem?
foi tu que comeu um brioche
com o Alan Prost
tomou um shot
matou a Orloff
encheu o pote
pegou teu Porsche
ligou pra Björk
foi pra Nova Iorque
vestiu um broche
torceu pro Sport
e teve lordose?
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Aí,
foi tu que foi num chinês em Chicago
pediu um shimeji e um shitake
comeu na xícara
vestiu o chinelo
tocou xilofone pra Cheetara
e xingou o Chimbinha de X-9?
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Aí,
foi tu que caiu da caçamba
naquele desfile de escola de samba
no norte do Sri Lanka
foi no show do Pe Lanza
bolinou um urso panda
ligou pra pequena Cassandra
falou que ela não era uma santa
chamou seu irmão de pilantra
sua irmã de baranga
sua mãe de malandra
seu tio-avô de sacripanta
imitou uma salamandra
lançou uma contradança
se disse o mestre do tantra
rasgou o crochê da sua tanga
soltou de uma vez a franga, gritou “jogue-me suas tranças”
e dançou o Conga La Conga só de vingança nas ruas de Ruanda nas bodas de chongas da Samanta?
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Que mal lhe perguntem:
foi tu que tatuou um totem
quando esteve na Holanda e encontrou o Robben
comeu couve-flor e cheirou o pólen
anunciou o fim do mundo por mais que todos roguem
previu o vice-campeonato por mais que todos joguem
ficou nu no desfile da Osklen
apontou para os narizes que no frio escorrem
e quando entrou com a camisa errada no meio da Torcida Jovem
lembrou da sua infância em Copenhagen e disse Houston, we have a problem?
terça-feira, 6 de março de 2012
Diálogos insanos de 3º grau
- Cara, esses dois últimos anos estão sinistros... Acho que tive
mais empregos que o Henry Chinaski em “Factótum”...
- Brother, a última coisa que eu penso quando escrevo é em fazer sentido.
- Quem é Henry Chinaski?
- Nunca leu Bukowski?
- Filho, enquanto tu tava lendo Bukowski eu tava pegando mulé
no Bukowski.
- Se tu chama aquelas lá
com quem eu costumo te ver de mulé...
- Mas barangueiro o tal do
Bukowski também era, né?
- Verdade. Retire o que eu
disse. Aquela velha história de que não existe mulher feia...
- Mas enfim... qual foi, tá rodando tanto por quê?
- Tudo me enche o saco muito rápido.
- ...
- Eu mando nego ir se foder muito rápido também... Da última
vez reclamaram quando colei o panfleto do “Direito à Preguiça”, daquele francês
Paul Lafargue, na parede do trabalho. Só isso deu mó confusão, de bobeira, e ter
tirado as calças na sala do meu chefe também não ajudou...
- Brother, não sei se tu é maluco de verdade ou gosta de polemizar.
- Um poucos dos dois. O grande diferencial entre uma pessoa
é outra é a capacidade de jogar tudo pro alto.
- Tá todo filósofo viajandão, hein... Tava lendo “A Erva do Diabo”?
- Esse é um clássico.
- Eu só não li todo porque faltou seda e meu irmão arrancou
umas páginas.
- Hahaha... Mas então, o Bukowski, ou seu alterego no livro,
ou enfim, subsistia em empregos que não se interpunham entre ele e escrever. O
maluco fazia de tudo, de cidade em cidade, no estilo “foda-se”, vamos beber,
amanhã eu escrevo de ressaca.
- Mas e tu, vai trabalhar, virar escritor ou ficar de
ressaca?
- A questão é que se eu trabalho pra valer eu não consigo
escrever e se eu escrevo pra valer eu não consigo ganhar dinheiro. E se eu bebo
pra valer não consigo fazer nenhum dos dois.
- Por isso que eu digo: tudo na vida é matemática. Resolver
as equações é a parada. E às vezes, pra achar o x lá na frente, tu tem que se
concentrar no y aqui atrás.
- Agora tu que filosofou, apesar de esse “y aqui atrás” ter
soado meio viado. Mas tá certo. A vida é matemática, seja na vontade do homem
de racionalizar o mundo ou na vontade do mundo de racionalizar o homem. Quem
garante que aquela mulézinha que tu pegou no Bukowski não passou de um impulso
químico-matemático do teu corpo, em vez de carência como tu alegou naquele dia? Já acharam até Deus por fórmula matemática.
- Cara, tu não tá puro com certeza. Qual o objetivo da vida
pra você?
- O meu é conquistar 14 territórios, sendo pelo menos dois
deles “galé”, e a Oceania. O seu eu não sei.
- Conversar contigo é mais difícil que entender a Teoria do Caos.
- Ou os Teoremas de Incompletude de Gödel. Decida-se e tire a sua carta:
sorte ou revés?
- Mas então, mudando de assunto... Tu já viu aquele filme
“Tomates Verdes Fritos”?
- Só vi até a parte do “verdes”... não cheguei a ver
fritarem os tomates...
- Aí não adianta. Então me fala, o que você tá lendo agora?
- Tô relendo pela terceira vez um livro que nunca li, mas
que tô gostando muito, apesar de ainda não ter começado: "Rubaiyat", do Omar Khayyam. É um poeta, matemático e astrônomo persa que viveu...
- Persa? Cara, por que tu não lê algo que tenha sido escrito
pelo menos dos últimos mil anos pra cá... tá parecendo um ancião!
- Sou tão antigo e tão novo quanto a luz que nasce a cada
dia...
- Que isso, brother? Tomou suco de clorofila com vodca?
- Tô numa onda meio poesia... Atualmente eu só leio poesia.
- Sério?
- Até remédio... só tomo remédios cuja bula rime.
- Tu é doente.
- Remédio serve pra isso.
- Mas tu tá escrevendo, afinal?
- Aos trancos e barrancos, até que tô. Tô inclusive já na
97ª página do que eu quero que seja o meu primeiro romance, apesar de estar
lendo poesia. Só não tá tão adiantado porque tô escrevendo primeiro as páginas
ímpares, pra só depois partir pras pares.
- Cara, o teu livro pode ser uma merda, mas isso daí é
inédito.
- Pois é, não podem falar que eu não tô inovando a
literatura.
- E já sabe qual seria o nome do livro, do que trata... ou
do que não trata?
- O livro vai ser uma parada meio doida... meio que minha
autobiografia não autorizada... o nome é “Eu sei o que o Woody Allen fez no
verão passado”.
- “Autobiografia não autorizada” também é uma ideia nova...
- Minha ideia é juntar reminiscências ao roubo de citações e
passagens de livros famosos, usando como se fossem minhas, com o objetivo de
tentar ser processado e promover o livro. Foi a melhor estratégia de marketing
que bolei até agora. E lançar essa porra toda logo num e-reader, com o texto
todo hyperlinkado. Kafka fundou o imaginário moderno no século XX e a leitura
no século XXI é toda fragmentada. A internet é cheia de hyperlinks, mas tu já
leu um livro com hyperlinks? Um livro que toque música? Um livro que te faça um
cafuné? Cafuné eu aceito até de iPad.
- Tu é mesmo revolucionário...
- Revolucionário até a página 2... quer dizer, a 3, já que a
2 eu ainda não escrevi. Mas o livro também tem pensamentos que podem ser
considerados machistas, como o de que a principal característica que uma mulher
precisa ter pra casar é saber fazer uma boa omelete.
- Cara, tu acha que vai conseguir concatenar todas essas
ideias num mesmo livro? Woody Allen, omelete... tô achando a parada meio
desconexa... - Brother, a última coisa que eu penso quando escrevo é em fazer sentido.
- Agora tudo fez sentido.
- A única recomendação que eu sigo é a que ouvi de um
professor certa vez, que é na verdade o maior conselho que um grande escritor
pode dar a um aspirante à literatura: “Ao final de qualquer frase que seja uma
pergunta, ponha um ponto de interrogação. É incrível o efeito que isso
provoca”.
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